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Complicações

Pré-eclâmpsia

5 min de leitura 62 visualizações Revisado em 15 de janeiro de 2024 Atualizado em 26 de agosto de 2026
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Definição rápida

A pré-eclâmpsia é uma doença específica da gravidez marcada por hipertensão arterial e proteinúria. Exige atenção médica imediata pois pode evoluir para eclâmpsia.

A pré-eclâmpsia afeta de 3 a 8% das gestações e é uma das principais causas de morbimortalidade materna e perinatal no mundo.

Critérios diagnósticos

  • Pressão ≥ 140/90 mmHg em duas medidas com 4h de intervalo
  • Proteinúria ≥ 300mg em urina de 24h (ou + no exame de fita)
  • Surgimento após 20 semanas de gestação

Sinais de gravidade

Cefaleia intensa, distúrbios visuais (flashes, visão turva), dor epigástrica, edema súbito e severo podem indicar progressão para síndrome HELLP ou eclâmpsia.

Tratamento

O único tratamento definitivo é o parto. Antes disso, o controle é feito com anti-hipertensivos, sulfato de magnésio (para prevenir convulsões) e monitoramento rigoroso.

Quando acontece?

Após a 20ª semana de gestação, com pico entre a 28ª e 36ª semana.

É normal?

Não. É uma complicação que exige tratamento médico.

Quando procurar o médico?

Dor de cabeça intensa, visão turva, dor no "boca do estômago", edema rápido nas mãos e rosto, pressão acima de 140/90 — vá ao hospital imediatamente.

Perguntas Frequentes

Sim. O tratamento definitivo é o parto. Após a resolução da gravidez, a pressão retorna ao normal na maioria dos casos.

Gestantes de alto risco podem usar ácido acetilsalicílico (AAS) em baixa dose a partir da 12ª semana, conforme orientação médica.

Quem teve pré-eclâmpsia tem risco aumentado na próxima gestação. Informe ao obstetra para acompanhamento precoce.
Revisado por: Equipe Médica · 15 de janeiro de 2024

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