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Parto

Episiotomia

4 min de leitura 27 visualizações Revisado em 15 de janeiro de 2024 Atualizado em 13 de agosto de 2026
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Definição rápida

A episiotomia é um corte feito no períneo (área entre a vagina e o ânus) durante o parto normal, para facilitar a passagem do bebê e evitar lacerações irregulares.

A episiotomia foi por décadas considerada procedimento de rotina, mas atualmente as evidências científicas indicam que ela deve ser utilizada apenas quando necessária.

Quando é indicada?

  • Sofrimento fetal agudo que exige nascimento rápido
  • Bebês em posição difícil (pélvica, fórceps)
  • Risco elevado de laceração grave

Tipos de episiotomia

  • Médio-lateral: corte em diagonal — mais comum no Brasil
  • Mediana: corte em linha reta — menor dor, maior risco de extensão

Recuperação

O corte é suturado logo após o parto. A cicatrização leva de 2 a 4 semanas. Higiene local, banhos de assento e analgésicos orais ajudam na recuperação.

Quando acontece?

Durante o período expulsivo do trabalho de parto normal.

É normal?

A episiotomia seletiva (apenas quando indicada) é o padrão atual. Deve ser discutida com o médico no pré-natal.

Quando procurar o médico?

Sinais de infecção na sutura (vermelhidão, pus, febre), dor intensa persistente após o 5º dia ou deiscência (abertura dos pontos).

Perguntas Frequentes

O procedimento é realizado com anestesia local, então a mulher não sente o corte. A dor aparece na recuperação, nas primeiras 48-72h, e é manejada com analgésicos.

Massagem perineal a partir da 34ª semana, parto na água, posições verticais e boa orientação do puxo durante o expulsivo podem reduzir a necessidade.

A maioria das mulheres retoma a vida sexual normalmente após a cicatrização. Em casos de dor persistente (dispareunia), fisiotereapia pélvica é indicada.
Revisado por: Equipe Médica · 15 de janeiro de 2024

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